Posted by Philipe Cardoso on Jun 13, 2011 in
Amor,
Poemas
Tenho bastante experiencias para contar.
Em sua maioria são tristezas que levei de amores antigos.
Não sei se tenho razão para viver, e no fundo uma voz da razão que está certa eu sei me diz que não devo desistir.
Desistir de nada. Já que por outro lado tenho total certeza de que não quero mais amar ninguém.
Eu sofro de mais, choro litros de lagrimas todos os dias.
Pensando em alguem que não tenho, e em como me sinto sozinho apesar de tudo.
O mundo é tão escuro hoje que não consigo enchergar a felicidade nas coisas que sempre me fizeram sentir bem.
Não quero pensar em volta por cima, ou recuperar minha auto estima.
Quero ficar estável, tranquilo e calmo.
Sem morrer por um amor. Triste e sombria é minha dor.
Posted by Philipe Cardoso on Jun 13, 2011 in
Amor,
Poemas
A verdade é que pensava que te amava.
A verdade é que meu coração virou pó em tua mão.
Não sei mais se te amo ou não,
Não quero mais mandar em meu coração
Se viro e pergunto o que ele sente não sabemos responder, tenho tanta dor que está a doer.
Não sei se te quero, perto ou longe, a verdade é que sinto saudades.
Só não sei se quero para mim. Esta imensa dor sem fim.
Não sei o que sinto por voce o que quero de ti
Mas vou trabalhando no meu coração
Quero ele bem sem dor ou rancor fardo e triste peso do amor.
Posted by Philipe Cardoso on Jun 13, 2011 in
Amor,
Poemas
Sinto uma pena por tudo que ficou para tras.
Por todas minhas dores tomadas e todo meu rancor guardado.
Tenho sentimentos tristes e lembranças podres de voce.
Me sinto como uma criança apaixonada que busca na burrice um novo você.
tenho do fundo do meu coração uma secreta paixão guardada com seu rosto, seu nome e sua voz.
Mas que tolice a minha recitar poesia quando você me ve como apenas um amante que não ama.
Tristeza traduz quase toda minha emoção. E apesar de bons e felizes dias eu parecer ter. Nada tenho pois apenas você..
E você sabe exatamente do que eu falo… Que sem você minha vida se baseia apenas em esperar a morte e enquanto ela não chega me por a sofrer.
Te amo mais que tudo… Te odeio mais que tudo….
Quando minha morte chegar, vou gritar aos ceus e falar toda a verdade. Que esta máscara feliz que visto não passa de farsa
Pois te amo e não tenho voce… Pobre e doce modestia do meu bem querer.
Tags: Philipe Cardoso, Poema
Posted by Philipe Cardoso on Jun 13, 2011 in
Amor,
Poemas
Olha eu, o coração de pedra, o inescrupuloso que só brinca com o coração dos outros escrevendo uma carta e justamente no dia dos namorados. Talvez o fato desta não ter uma destinatária torne mais legítimo meus motivos para escreve-la já que no fundo ainda não me permito dizer eu te amo para alguém de novo.
Consegui passar todo este dia sem pensar em alguém, sem reviver aquele sentimento de que estar sozinho é ruim e acompanhado é bom, o que na verdade depende tanto da companhia como do momento em que você está vivendo sua vida, mas no final de todo este dia algo realmente conseguiu me atingir, alias parece impossível passar o dia dos namorados sem ouvir pelo menos uma linda história de amor. E foi nesta última hora do meu dia 12 de junho que voltei a pensar como aquela pessoa de tempos atras, de uma época em que o gostar de alguém tinha tanto privilegio em minha vida como o próprio e simples fato de estar vivo, uma época em que eu de verdade pensava que ter alguém era a coisa mais bela do mundo e que todo esforço feito por amor e somente por ele era realmente válido e esta força se tornava legítima a ponto de ser o motivo pelo qual eu acredito que nós seres humanos vivemos.
Confesso que hoje tanto minha alma como meu coração imploram por algo diferente, talvez um amor como diria Cazuza, com sabor de fruta mordida ou até mesmo um amor qualquer como disse Victor Hugo, simplesmente um amor pra recomeçar, a verdade é que com os últimos relacionamentos ou melhor as últimas pessoas que me fizeram dizer “Eu te amo” eu só aprendi o quão pesado, triste, torpe e egoísta pode ser gostar de alguém, o quão falsa pode ser uma relação e o quão inevitável são as dores, arrependimentos e que apesar de todas estas atitudes ruins perdoadas, nada disso tem volta e será sempre uma mancha negra na história destes relacionamentos.
Descobri que através do gostar vem o desgostar da noite pro dia até, aprendi que com o amor pode vir o ódio (simultaneamente sentimentos parecidos em determinados pontos) e que todo eu te amo por mais que sincero pode virar o mais legítimo dos “Eu te odeio” já ditos no mundo. As vezes também penso que o amor mesmo, aquele com todas as letras é sim perfeito, contradizendo tudo aquilo que vocês acabaram de ler, seria o perfeito tipo de amor, seria o Ágape, aquele amor que existe simplesmente por existir.
Depois de tudo que passei com estas diferentes pessoas acredito e desacredito em um dos sentimentos que mais me motivavam a caminhar, hoje ponho em dúvida o quão eterno e bonito é o sentimento do amor, não por mágoas ou arrependimentos mas simplesmente por não ter condições mais de sofrer, o coração é forte e a alma também mas mesmo o mais poderoso guerreiro cai nem que de cansaço depois de tantas batalhas, e eu já não penso mais no Ágape como uma das coisas mais importantes para minha vida. Se estou desacreditado, desanimado ou desmotivado pode até ser, e se vocês acharem que eu criei uma fobia com esse tal de amor estão enganados, apesar de tudo ainda tenho bastante respeito a este sentimento que um dia talvez volte a ser o motivo pelo qual estou vivo, mas não hoje, não agora.
Eu tomei cada porrada procurando “chegar lá”, acreditei em tudo que vocês possam imaginar, amor a primeira vista, fidelidade, paixão, emoção e com o mais inocente dos pensamentos acreditei no “Felizes para sempre”, mas deixa pra lá sabe. Não adianta falar de amor, alias é algo que penso agora que em toda nossa história nunca adiantou se falar de amor, poemas, musicas, cartas do dia dos namorados do que adianta tudo isto sem o sentimento consumado, sem a frase dita ou a atitude tomada? O amor não pode ser invisível.
Não que qualquer poema, musica ou carta não tenha amor, mas sem um sentimento anterior algo que realmente existe além daquele papel, a única coisa que temos são frases e rimas eternizadas em madeira branca.
Hoje senti a necessidade de despejar estes sentimentos em uma carta, tudo em nome de algo que fui um dia, em nome de algo que acreditei um dia, hoje meu coração pede descanso, a solidão não é mais vista como uma sombra de final de mundo ou um pensamento vazio de final de tarde.
Não faço mais questão de parecer tolo e forçando um sentimento que queima enquanto não for consumado, sempre amei demais, sempre gostei demais, e sempre em qualquer situação suguei toda energia que todas estas paixões me trouxeram e a partir dai fui chamado de muito sentimental, exagerado e até louco. Vivi sempre um sentimento até o ponto em que não tinha mais para onde ele caminhar, sempre amei e fiz de tudo a favor deste sentimento até o ponto em que não se existisse mais saída e por isso talvez esteja aqui, desacreditado, desmotivado e se me permitem criar palavras, desapaixonado.
A verdade é que ainda sei sentir, e apesar de fingir não amar, este sentimento nunca saiu de mim, e hoje choro em silencio por não mais assumir, nem lutar pelo amor, e hoje só por hoje, ouvirei minhas antigas músicas, lembrarei dos meus antigos amores e derramarei gotas de lágrima lamentando tudo o que não deu certo.
Feliz dia a todos namorados
Philipe Cardoso
Tags: carta, dia dos namorados, namorados, Philipe Cardoso
Posted by Philipe Cardoso on Aug 6, 2010 in
Amor,
Poemas
Tenho incertezas em meu coração.
Sobre como agem as pessoas que dizem que me tem carinho,
Como é simples e fácil, como uma fina linha de ceda. Fácil é abrir mão de um amor por culpa do diabo que manipula suas decisões.
Abre-se mão do amor
Abre-se mão do carinho
Abre-se mão de alguém que te ama de verdade
Mas se tentar te afastar do teu inimigo, isso não vou conseguir
Sou inconformado por ver sua facilidade em me perder.
Eu que te quero tanto bem sou trocado por alguém
Alguém que nada de bom em você pode ver, alguém que só quer te fazer sofrer.
Não é facil entender como alguém que só te quer o mal pode ter mais chance que eu que morro por te perder
No geral a humanidade é assim, sorrindo para você e pisando em mim
O odio e a dor não creio que entendo, vale mais que o amor
Já que alguém com odio consegue te amar, eu com o amor me retiro, pois se nem tudo de bom neste mundo te traz para perto de mim, morro em meu pequeno mundo mergulhado em inconformação.
Philipe Cardoso
Posted by Philipe Cardoso on Jul 23, 2010 in
Amor,
Poemas
Triste e fundo mar sem fim.
De tempos em te vejo, te reparo e te mergulho.
Mar da solidão, escondendo meu corpo e minha alma, ambos cansados e tristes por desilusão.
Acreditava que mergulhando acharia o sentido de viver, este ainda não achei, a não o de sofrer.
Não tenho mais nada que possa te oferecer, nem sei mais como fazer, para enfim te esquecer.
Viver sofrendo assim não dá, mergulhado nesse mar sem fim, sem esperança ou chance do jogo virar, este jogo de viver que aos poucos está a me matar.
Parece tolice dizer, mas ideais e idéias bonitas já não posso ter.
Uma a uma, acabaram comigo e com o que eu acreditava de bonito, me afogaram neste mar.
Para que toda água triste e má possa meus pulmões tomar.
(Philipe Cardoso)
Posted by Philipe Cardoso on Jul 23, 2010 in
Amor,
Poemas
O triste habito de sentir, é mais fraco e frágil em alguém do que em mim.
É fácil menosprezar a solidão, dor triste e forte que há em meu coração,
És comigo não é você que sente e é tão fácil de dizer.
Tolo é você pois por mim sem motivo se põe a sofrer.
O problema é entender, meu modo de agir, e de sentir, sofro e ajo como se não houvesse amanha.
Tenho um problema no coração carregado de triste e serena solidão.
É constante e inegável, é triste e imaginável.
Pena que você não pode perceber, que meu mundo está para se romper.
Vai se despedaça, se desenlaça e me esmaga.
Como uma corda de um barco a romper, acaba com todo sustento que tenho para viver.
Mas deixe para lá, a dor não é nada se tu não está sentindo. Sofro sozinho, acho que sem razão, já que aquela por quem sofro não sabe o mínimo sentido da emoção.
Sou P.Dinysio sou P.Cardoso sou eu independente de você, sempre com uma marca consolidada.
A do triste fardo de amar e viver.
(Philipe Cardoso)
Posted by Philipe Cardoso on Dec 2, 2009 in
Amor,
Poemas
Sou aquele que vem,
Procurando um amor sem ver a quem,
Procurando te encontrar sem saber como chamar,
O teu nome, tua rua, idade e telefône,
Todas estas perguntas vem com uma interrogação, doi tanto te amar sem nenhuma gratidão.
As vezes penso como fazer isso parar, já não sei mais quantas vezes tentei te afastar,
Não pude, fui fraco e insensato, continuei a lutar quando tive de parar,
Hoje vivo esperando o tempo passar, tentei de tudo mas ele é o único que vai cicatrizar.
Enquanto sentir teu cheiro ou ouvir a tua voz tomarei o tempo como forte antibiótico,
Até o dia que passar fico fardado a tomar doses diárias de poesia e mal estar.
(Philipe Monteiro Cardoso)
Tags: Frases, Poemas, Poesias, Romance, tempo
Posted by Philipe Cardoso on Dec 2, 2009 in
Amor,
De P. Dionysio,
Poemas
Cinzento é o país das rosas,
Triste e calado é a palavra amor,
Onde está meu alcool que substitui a paixão?
Onde está a bebida que satisfaz minha emoção?
Mau é o fardo do não ter, forte e calada é a vontade de viver,
A cura é a solidão, acompanhada de rascante doce e vermelho coração,
Me escondendo no país das rosas, acompanhando litros de vinho paixão, enlouquece, embreaga e me disfarça.
Disfarça a solidão e triste sentimento da emoção, tão longos são os “porem” presentes em meu amargo, cor de vinho e pobre coração.
(Por. P. Dionysio)
Tags: Cronicas, Poesias, Romance
Posted by Philipe Cardoso on Oct 18, 2009 in
Amor,
Poemas
Hoje eu tive um dia bom,
Deveria estar feliz, sorrindo e cantando,
Mas me falta algo,
Penso, reparo, revejo e refaço,
E vejo que me falta algo…
Tudo que tenho só posso agradecer,
Tudo que preciso tenho para me manter,
Mas ainda assim me falta algo,
Hoje corri, sorri, vivi e fiquei rodeado de amigos,
Mas a alegria não veio,
Quando tudo acabou e meus amigos se foram foi ai que lembrei do que me faltava,
Era alguem com o nome de alguem, ao meu lado.
E apesar de tudo ter, nada tem sentido se não possuo você.
Parece egoismo mas não é não,
Trocaria tudo que tenho para preencher,
Este espaço vazio deixado por você.
(Philipe Monteiro Cardoso)
Tags: Falta alguem, me falta algo, Poema, Poema Solidão, sinto falta de alguem